Para que serve um endpoint protection?

Para que serve um endpoint protection e como esse tipo de plataforma pode tornar sua empresa e suas operações mais seguras do ponto de vista digital?

Para que serve um endpoint protection? Se você tem lido a respeito dos novos ataques e ameaças virtuais, provavelmente já se deparou com esse tipo de plataforma. É provável que você tenha dúvidas a respeito do quanto esse tipo de sistema difere de um antivírus comum ou corporativo.

A questão é que o endpoint protection possui características únicas e, principalmente, objetivos mais abrangentes que os de um antivírus. Acompanhe aqui e entenda o que sua empresa pode ganhar com esse tipo de solução, especialmente se você conta com centenas ou mesmo milhares de máquinas, usuários e endpoints.

Conceito de plataforma

Quando falamos em endpoint protection, nos referimos na verdade a um EPP – “Endpoint Protection Platform”. O nome plataforma aqui não é algo simplesmente comercial ou publicitário. A questão é que esses softwares e suites incorporam diversas funcionalidades e aplicações em um mesmo pacote:

  • Antivírus
  • Anti-spyware
  • Firewalls
  • Ferramentas de controle e gestão
  • Utilitários de prevenção a ataques
  • Ferramentas de bloqueio com base em comportamentos
  • Pacotes de integração e configuração
  • Compatibilidade multiplataforma

Em termos práticos, tente imaginar uma espécie de sistema operacional cujo único objetivo final é o de proporcionar segurança. Assim como o Windows oferece diversos serviços e acessórios a seus usuários, o endpoint protection também o faz. A diferença é que nele tudo está relacionado à segurança da informação e sua gestão eficaz.

A lei das probabilidades

Hoje, quando pensamos nas várias ameaças que vêm crescendo em termos virtuais, é possível ter uma única certeza: tudo começa com o “paciente zero”.

Assim como em epidemias de rápida proliferação, como a gripe aviária, mais recentemente, toda praga virtual possui um paciente zero. A ação de uma única pessoa pode deflagrar desastres, perda de dados, furtos de identidades e senhas e perdas de milhões para grandes empresas.

Um único funcionário, em uma empresa que possui milhares deles, pode gerar perdas milionárias apenas por abrir um anexo de um e-mail e executá-lo desavisadamente.

Claro, nem todos os funcionários possuem níveis de acesso e permissão para tal e nem todos recebem e-mails com malwares e links maliciosos. Entretanto, pense do seguinte modo: quanto maior o número de funcionário, maior a probabilidade de infecção, invasão ou perda de dados.

Lembre-se: é preciso que apenas um deles clique onde não deve.

Com esse risco, muitas organizações tentaram, em um primeiro momento, impor políticas com base no “não-acesso”. Colaboradores eram proibidos de usar as conexões da empresa em dispositivos pessoais, não podiam usar suas contas pessoais de e-mail, eram privados de acesso a redes sociais e metade dos e-mails recebidos eram bloqueados antes de chegar.

Para que serve um endpoint protection?

Isso reduzia as probabilidades de sofrer ataques de malware ou invasões – mas no mundo de hoje, tais proibições são simplesmente inviáveis.

Riscos iguais com hábitos diferentes

Essa frase resume um pouco do panorama da segurança da informação na atual década. Proibir o acesso é algo quase impossível – hoje a maior parte das aplicações operam na nuvem e redes sociais e contas pessoais ajudam a fechar negócios e aumentar a produtividade. Os hábitos são outros.

  • Mais de metade dos acessos ocorre a partir de dispositivos móveis
  • Segundo a Statista, o número de brasileiros usuários de redes sociais atingiu mais de 90 milhões em 2017 e deve chegar a 111 milhões até 2022
  • A cada dia 390 mil novos tipos de malware são registrados em todo o mundo, segundo o instituto AV-TEST

Imagine do seguinte modo: um antivírus “perfeito” teria de, por dia, atualizar registros para 390 mil novos tipos de pragas digitais ou malwares. Parece algo inviável e de fato o é.

O endpoint protection opera de modo diferente. Sua plataforma trabalha, além de usar registros de assinaturas de malwares, com o comportamento e inteligência que adquire na própria rede. Isso possibilita a esses softwares lidar com essas novas ameaças antes mesmo que novos registros de assinaturas sejam enviados ou atualizados.

Em outras palavras: o endpoint protection oferece combate a tipos malware ainda desconhecidos. Além disso, suas ferramentas de firewall e bloqueio de ações integradas permitem que medidas sejam tomadas em tempo de verificar arquivos antes que eles possam ser abertos por usuários.

Lembra daquele colaborador que clicou em um link e infectou metade dos computadores da empresa? Agora a probabilidade de que tal link ou anexo maliciosos chegue até ele é praticamente nula.

Gestão em primeiro lugar

Para algumas empresas, os vírus e malware são apenas uma parte ínfima das ameaças. Tentativas de invasão, roubo e furto de dados confidenciais, perda de dados por várias razões e falta de treinamento são outra grande parte do problema.

Entretanto, quando falamos em empresas com 100, 1.000 ou 10.000 dispositivos, há um problema que supera a todos os demais em termos de segurança: a gestão.

Para que serve um endpoint protection?

O endpoint protection, caso perguntemos a algum profissional de segurança da informação com experiência em grandes corporações, tem esse grande diferencial. Ao contrário de sistemas de antivírus e antimalware, que resolvem problemas com softwares maliciosos mas criam novas tarefas, o endpoint protection ajuda profissionais que controlam redes.

Suas ferramentas são voltadas para aplicações multiplataforma, políticas de segurança que envolvam dezenas, centenas ou milhares de máquinas e relatórios e aplicativos que facilitam a vida do gestor de TI.

O tamanho não é um detalhe, quando lidamos com a gestão de redes. Para o endpoint protection, no entanto, as dimensões de uma rede ou uma empresa são somente um detalhe – a plataforma de controle continuará sempre sendo a mesma.

 

Agora que você já entendeu para o que serve um Endpoint Protection, sugerimos a leitura do post “Principais funcionalidades do Endpoint Protection”.

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